Moça

Trecho do poema moça, compilação Flores desorientadas por Antonio Luiz Junior 

 

Mira-te minha lira – esquadrinha –

Meu sorriso – denuncia – 

Minha agonia – surge

Fraca como tecido de nuvem

Num jato fabuloso imagino

Verter sobre seu rosto o liquido

Que alimentava os deuses do Olimpo

Vinho, néctar, ah, não importa

Não importa até mesmo o fel

Se quando a sinto, sinto o próprio céu.

 

 Este é o poema que mais me identifiquei . 

Não sei o porque nem o pra que, só sei que não consigo me desfazer deste pequeno sulfite, impresso algumas palavras que podem ou não fazer sentido… Quando leio este, sempre me vem a mente a tarde quando o recebi, e a estranha sensação de alegria que já tive num outro momento naquele mesmo lugar.

 Ainda vou descobrir por bem ou por mal… 

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